Métodos de argumentação
Por Iracema em July 30th, 2008
Planejando a viagem da minha vida para a Índia
- Rodrigo, seguinte, tem como irmos pela França, por Londres ou pela Holanda. Mas se formos pela África do Sul vamos economizar quatro horas de viagem. Vamos de África né?
- Ah, pela Europa, CLARO. A gente vai sobrevoando terra e não mar. Menos monótono.
- Londres?
- Holanda.
- Porquê Holanda? Por causa das peitudas né? Só para ver loira peituda.
- Mas a gente nem vai sair do avião, Iracema.
- Mas não interessa, vai entrar loira peituda no avião.
- Quer ir por Londres? Para ver aqueles modernosos emos que você gosta?
- LÓGICO. POR LONDRES. Se não vou colocar um decote que você nunca viu em ninguém.
(silêncio)
- África do Sul?
- Vamos pela África do Sul, então.
Piada da vez
Por Iracema em July 24th, 2008
Super por dentro da Olimpíadas e seleção brasileira, converso com o namorado enquanto vejo o Bom Dia Brasil.
- Ah! Parece que deu alguma merda com o Robinho. Ele pediu para sair, pediram para ele sair. Sei lá.
- Acho que ele pediu para mudar para a natação.
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Aviso aos navegantes, estou mudando de host, e de domínio. Em breve mais detalhes.
Por isso sumi. Costumo perder o tesão de blog quando merdas insolucionáveis acontecem.
Sem sentido e regras
Por Iracema em July 21st, 2008
Ontem fui, pela segunda vez, assistir o Batman. O que é inédito na minha vida assistir o mesmo filme DUAS VEZES no cinema. Ainda mais dois dias depois de ter assistido e ainda considerar escapulir no meio desta semana para ver uma terceira vez.
O pior de tudo é que se tem um super-herói que eu DETESTO é o Batman. Por diversos motivos que não cabe explicar aqui e muito me envergonha ser um ISTJ tendo como seu garoto propaganda o próprio.
Namorado acha que pago pau para o defuntinho e neguei até o fim como sempre faço quando não se trata de Al Pacino e Johnny Depp, mas confesso que eu não consigo formular uma explicação lógica para gastar meu salário do mês em ingresso e pipoca para rever, elevado ao infinito, um filme de um herói que não gosto. Ou seja, é por causa do Coringa.
Que saia logo em DVD para poder me trancar no quarto e assistir até virar uma daquelas nerds assumidas que sabe até quantas piscadas de olho o Alfred dá durante todo o filme.
Espirituosa
Por Iracema em July 19th, 2008
- Mãe, a Derci morreu. Você viu?
- Aahhh … que bom que ela conseguiu morrer.
Mais duro que doce
Por Iracema em July 11th, 2008
E aí que eu tenho escutado o Hard Candy direto. Confesso que em busca de alguma coisa boa para falar da diva ultimamente.
A verdade é que Hard Candy passa longe de tudo aquilo que nós, fãs veteranos, estamos acostumados e esperamos. Muito se falou da volta da Dita (de Erótica), de uma continuação de Confessions, de uma bomba de inspiração e renovação por Timberland e Tinberlake, mas essas últimas três semanas ouvindo sem parar pouco mudou a impressão inicial que me fez confessar ao namorado “Esse cd é RUIM”, com um ar de pena e muita dor no coração.
Mas como fã por quase 20 anos me acho no direito de poder admitir: Esse cd é RUIM. Não é ruim como American Life, é ruim quase como um cd da Kelly Key. Nossa Maddie parece que desistiu de agradar-nos e passou a investir numa galera acostumada aos sons mais contemporâneos como Nelly Furtado (que eu até gosto do primeiro cd), hip-hop da moda e coisas do tipo.
Bom mesmo temos aí duas músicas: 4 Minutes e She’s Not Me. Beat Goes On, como anuncia o título, tem uma batida deliciosa, mas não me venha falar que isso é Madonna. Give to Me começa bem, mas tem um bombardeio de “get stupid” que até hoje não me deixou terminar de ouvir a música, meu dedo coça pelo avançar. Heartbeat é a maior demonstração do que eu estou falando a respeito dos hip-hop da moda. Vejo claramente uma tipo Beyoncé dançando com um rapper sem camisa e cheio de ouro no pescoço em uma balada com luses hi-tec. Incredible é a música mais vomitada que a Madonna já fez. Voices começa bem Nsync, que tenho que confessar, eu gostava, e desenvolve em um ambiente morno que não me agrada. Aí sim vem Candy Shop que é bastante Justin, e até colocaria da minha lista de músicas que se salvam, se o refrão não me lembrasse tanto a Candy Shop do 50 C. O resto é tão desprezível que nem merece comentários.
Hoje a Americanas me entregou meu Hard Candy junto com Who’s That Girl que faltava para a minha coleção (atenção colecionadores que não conseguem comprar esse cd, aproveitem enquanto durar o estoque) e folheando o encarte mais cru e pobre da história dos cds da Madonna, só não sentei e chorei por ser um ítem da coleção e por 4 Minutes ser a música mais executada do meu Ipod.
O show vem aí, já dei uma olhada na set-list e acredito que sofrível não vai ser, até mesmo porquê vai tocar Impressive Instant, e outros hits lado B que vão me fazer entrar em alfa, mas para quem não é fã, é recomendável pensar duas vezes antes de comprar o cd ou o ingresso.
